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Assim que chegamos a qualquer cinema, podemos perceber que os pôsteres são adereços obrigatórios, pois cabe a eles representar o filmes, despertar a curiosidade e chamar a atenção das platéias. Antes considerados obras de arte criadas por renomados pintores e ilustradores, agora, o talento de artistas dá lugar a computadores.

Dentre os veículos de divulgação de um filme (trailers, anúncios de rádio, comerciais de televisão, etc), o poster, também conhecidos como cartaz, é um dos mais antigos. Sua origem remonta aos primóridos do cinema mudo em preto-e-branco, ganhando destaque durante a década de 80 nas mãos de artistas como Drew Struzan e, no mercado nacional, José Luiz Benicio.

A partir da década de 90, com a introdução dos computadores com software de manipulação de imagens e o maior uso da fotografia, a requisitação destes artistas foi diminuindo, culminando inclusive na recente aposentadoria de Drew Struzan. Com o computador, os estúdios podem ter o total controle do processo criativo, sem mais ficar na dependência dos desvaneios e caprichos artísticos, economizando tempo e dinheiro.

Podemos observar esta tendência no mercado de relançamento de filmes em DVD. Além de esquecida, a arte dos pôsteres está sendo substituída para economizar no pagamento dos direitos autorais do criador do poster:

Os avanços tecnológicos vieram para ficar. Resta aos remanescentes desta arte adaptar-se a este novo mundo onde muitas vezes a máquina toma o espaço do talento humano.

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12 respostas para »CURTAS: O Fim da Arte dos Pôsteres de Filmes»
  1. São raros, mas ainda há pôsters de novos filmes que seguem o estilo tradicional, “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, por exemplo

  2. É praticamente falar que os filmes também não deveriam ter evoluído com a computação gráfica… (Senhor dos Anéis não iria gostar)

  3. De novo isso??

  4. SENHOR DOS ANÉIS NÃO PRECISA DE COMPUTAÇÃO GRÁFICA \,,/

  5. Discordo. Há coisas que não devem ser comparadas.

  6. Até pra reclamar a pessoa precisa ter uma base, né, gente?

  7. Uma base e uma mente aberta, Breno.

  8. Depois, você nem podia citar A Vingança dos Sith. Aquilo não era exemplo de mudança no visual de posters, o George Lucas fez duas versões, porque ainda era fã dos posters tradicionais, não quer dizer que mudaram a arte

  9. George Lucas não fez duas versões. O poster do filme Star Wars Episode III Revenge of the Sith é o da esquerda, que é assinado por Drew Struzan. A figura ao lado é a capa do DVD do filme. O que eu queria observar é que, neste caso, a capa do DVD ficou exatamente igual ao poster. Por que não usar o poster original a fazer uma capa quase idêntica, mas sem o mesmo “brilho”, originalidade e criatividade do original? Esta pergunta se aplica aos exemplos dados na coluna (007 e The Poseidon Adventure, e a tantos outros).

  10. Eu gostei da sua coluna, só acho que não poderia citar o Episódio III. Tenho o DVD especial de todos os filmes, e ele fez duas versões sim!

  11. hummm…Dei uma averiguada e achei estes poster lançados pra Vingança dos Sith: http://www.impawards.com/2005/star_wars_episode_three_ver3.html

    Assinados pelo Drew Struzan só este da coluna.
    abçs

  12. Eu gosto dos posters assim; me instigam mais pra ver.

    Esses desenhados me dão agonia.

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