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Na próxima sexta-feira chega em circuito nacional o filme mais comentado e aguardado de Quentin Tarantino. Apesar da ausência do diretor no Festival do Rio 2009, o filme tem causado furor e levantado bons comentários e ótimas impressões. O Pipoca Combo hoje tráz não uma, mas duas críticas de Bastardos Inglórios. A primeira você confere na sequência, clicando em “Ver Completo”. A segunda, que já está no ar na nossa página do Festival do Rio desde o início da tarde, você encontra clicando aqui!

Bastardos Inglórios
por Cássia Ferreira

“Você sente repulsa pelos ratos, mas eles não te fizeram nada. Você pode dizer que eles nos deram a peste bubônica, mas isso foi há muito tempo. Você sente repulsa por eles, e não sabe porquê. De uma maneira geral, eles são inofensivos.” A frase – transcrita aqui de forma não literal – é do coronel alemão Hans Landa (Christoph Waltz) tentando explicar o porquê da perseguição alemã aos judeus, durante a Segunda Guerra Mundial. Ela é dita no início do filme Bastardos Inglórios, novo longa de Quentin Tarantino, que tem premiere nacional no dia 9 de outubro e arrecadou em seu primeiro dia de exibição nos EUA em torno de U$$ 14 milhões, tornando-se a melhor estreia da carreira do diretor.

Tendo a França ocupada pelos nazistas como cenário, conta a história de Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent), que testemunha a execução da sua família pelas mãos do coronel nazista Hans Landa. Shosanna consegue escapar e foge para Paris, onde muda de nome e assume a identidade de uma dona de um pequeno cinema. Tarantino, que roteiriza e dirige o longa, designou Brad Pitt para viver o tenente Aldo Raine, líder de um grupo de soldados judeus americanos (com reforço de dois alemães), encarregado de promover a vingança, caçar, executar e escalpelar nazistas. Por essa razão, o grupo recebe a alcunha de “Bastardos”.

O enredo é marcado pela fragmentação das histórias e muitas cenas de violência e sangue, que beirariam ao grotesco se não fosse obra de Tarantino. O longa tem um ar meio western e é carregado de ironias. Algumas tomadas lembram cenas dos filmes de suspense de Alfred Hitchcock e é quase uma ode ao cinema de uma forma geral. Até porque, importantes acontecimentos ocorrerão na sala de exibição e uma personagem chave da história é vivida por uma atriz Bridget Von Hammermark (Diane Krueger).

O roteiro é uma mostra de onde a imaginação do diretor de Pulp Fiction pode chegar. Ele conduz a história de maneira a fazer como se o holocausto pudesse acontecer às avessas, como se alemães estivessem em apuros. Talvez, a história seja uma maneira de dizer que no cinema se pode tudo, como reverter o curso da história e lhe dar uma outra direção. Levar uma vida sem limites e lançar mão da artimanha e crueldade dos nossos inimigos. Tudo isso repleto de muita ironia e subversão.

O elenco afinado não tem dificuldades para contar uma história muito bem conduzida pelas mãos de Tarantino, que parece ficar cada vez mais expert em contar tramas cheias de reviravoltas. Uma atenção especial para Pitt, que consegue dar um tom engraçado ao cruel tenente Aldo, o Apache, natural do estado do Tennessee. O sotaque e a falta de postura marcam bem a origem caipira. Chritoph Waltz também cria um coronel Landa sem afetações e nos faz crer como seria um “Caçador de Judeus”. O filme conta ainda com a participação de Mike Mayers e é narrado por ninguém mais, ninguém menos do que Samuel L. Jackson (que tinha de se fazer presente no filme de alguma maneira, se não, não seria uma história de Tarantino).

Como um bom exemplar do cinema norte-americano, Bastardos Inglórios não deixa de ser uma reverência à nação americana e aos seus bons soldados. Uma mostra de que só eles poderiam salvar o mundo, de uma maneira não tão politicamente correta assim. Oferece um final justo e digno aos alemães se vivêssemos em um mundo onde operasse a lei do “olho por olho, dente por dente”.

Bastardos Inglórios é para se assistir sem nenhuma natureza de preconceitos – se é que isso é possível. Se o espectador conseguir chegar com a mente liberta das ideias preconcebidas e pensamentos sobre o diretor, certamente, vai se divertir bastante. Tarantino consegue nos oferecer uma história que poderia ser deliciosa e extasiante se não tivéssemos toda aquele peso da ética, da moralidade e a Declaração Universal dos Direitos Humanos vigorando sobre as nossas cabeças e dizendo que devemos ser bons, justos e honestos diante dos nossos inimigos que nos consideram ratos e querem nos queimar em fornos e ainda achar que estão com a razão; embora nem saibam porque querem fazer isso.


Inglorious Basterds (Eua, 2009). Guerra. Paramount Pictures.
Direção: Quentin Tarantino
Elenco: Brad Pitt, Diane Kruger, Mike Myers

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16 respostas para »CRÍTICA: Bastardos Inglórios»
  1. [...] This post was mentioned on Twitter by daniloaugusto07, Diêgo Lôbo and Arthur Melo. Arthur Melo said: RT @pipocacombo Não apenas uma, mas DUAS críticas de Bastardos Inglórios no Pipoca Combo agora! Confira! http://migre.me/8tZc [...]

  2. Eu quero e PRECISO ver esse filme ONTEM.

  3. Esperavam o que ? É um filme do Tarantino gente…
    Infelizmente ele não tem o devido respeito merecido por muitos AINDA… O cara é um gênio, adimiro muito ele…

  4. É sim, ele é genial.

  5. Sei que o que vou dizer vai contra o pensamento da maioria dos admiradores de Tarantino, mas achei o filme um lixo. Muita violência gratuita (e da pesada – como esperado), aliado a diálogos intermináveis, com uma ação arrastada, fazem você olhar descontroladamente para o relógio ao longo do filme (quando esta porcaria vai acabar?).
    Deixa-se o cinema com a sensação de “preciso assistir algo bom rápido para curar a ressaca dessa droga”.

  6. Sei que o que vou dizer vai contra o pensamento da maioria dos admiradores de Tarantino, mas achei o filme um lixo. Muita violência gratuita (e da pesada – como esperado), aliada a diálogos intermináveis, com uma ação arrastada, fazem você olhar descontroladamente para o relógio ao longo do filme (quando esta porcaria vai acabar?). Deixa-se o cinema com a sensação de “preciso assistir algo bom rápido para curar a ressaca dessa droga”. Em tempo: não me venham com a mesma conversa fiada de que provavelmente eu não entendi a intenção do diretor – o filme é ruim mesmo!

  7. Willis de Faria (CINEFILOMANIACOS) diz:

    Eu vi este filme após ter ouvido toda a campanha publicitária e na maior parte boas revisões. Eu tenho que concordar. É um filme de guerra? É um western, em que os nazis são os índios embora sejam os americanos, liderados por Aldo, o Apache, o especialista no escalpes? É um “film d’auteur”, assim mesmo, em francês, que é uma das línguas faladas, juntamente com o alemão e o inglês? (O que é que fizeste com a guerra, Quentin Tarantino? Ele fez tudo. “Inglórios Bastardos” é uma fantasia. Este filme tem um pouco de tudo, drama, comédia, ação e suspense. O filme, na versão de Tarantino não é um “remake” do filme original que saiu em 1977, de Enzo G. Castellari, e tem Quentin Tarantini como fã de sua obra. “Inglórios Bastardos” é basicamente um filme típico de Tarantino. Bem, no sentido que há muita matança louca, tipo sangrento da confusão. Brad Pitt surpreende com seu desempenho e como o líder dos Inglórios Bastardos. O governo americano recruta Judaico-Americanos para ir atrás das linhas do Nazi e para terrorizar os alemães. Fazem isto com sucesso. As credenciais do terrorista na boa ordem mudam as engrenagens e transformam-nas agudamente em uma dúzia suja, missão-atrás- -linhas-inimigas. Há realmente dois lotes destruir o alto comando do Nazi: esse por uma proprietária judaica de um cinema. Primeiramente, a atuação é fenomenalmente boa. “Bastardos Inglórios” (SIC) começa na França ocupada por alemães, onde Shosanna Dreyfus (Mélanie Laurent) testemunha a execução de sua família na mão do coronel Hans Landa do Nazi (Christoph). Shosanna escapa e foge para Paris, onde forja uma identidade nova como o proprietário e o operador de um cinema. Em outra parte em Europa, o tenente Aldo Raine (Brad Pitt) organiza um grupo de soldados judaicos para acoplar em atos alvejados da retribuição. O filme é lento às vezes. No entanto cada minuto mergulha mais profundo nas cenas mais as configurações da tensão. A primeira seqüência, um caso longo, prolongado onde um Nazi entrevista um fazendeiro que possa ou não possa esconder seu vizinho judaico, é muito tensa. Muitas outras cenas seguem uma fórmula similar, fornecendo o diálogo convenientemente inocente atado com o suspense. Muitas destas cenas tiram proveito imenso dos desempenhos, dominando de que é por Christoph, que desfila ao redor no bom humor e na demência total como o coronel Hans Landa, o caçador do judeu. Quando tudo é dito e feito, Inglorious Bastardos é um drama magnífico, bem escrito. Bravo, Sr. Tarantino. Esta pode até não ser a sua obra-prima, mas andará lá bem perto… O filme já garantiu a Tarantino uma indicação à Palma de Ouro em Cannes (França) e prêmio de melhor ator para Christoph Waltz. Há quem aposte que o filme renda mais indicações ao Globo de Ouro e ao Oscar e outros prêmios da indústria cinematográfica. Nota: 9,0

  8. Uma coisa é certa, o filme do taanino~não são paa todos,ele tem o seu estilo, e elizmente existe aspessoas que gostadm do seu estilo… Se você não gostar de um filme do taantino, nem vá assitir o seu próximo,ele sempre segue a formula (ótima fórmulaaliás), bastante violencia mas que muitos vêem como “arte”, diálogos épicos e longos que ficam gravados na cabeça (os diálogosfinais da beatiz e do bill em Kill Bill ol. 2 jásão etenos), filme dividdo em espi´doiros, lineaes ou não etc…

    Felizmente eu sou um dos q

  9. Uma coisa é certa, os filmes do Tarantino não são para todos, ele tem o seu estilo, e felizmente existe pessoas que gostam do seu estilo…

    Se você não gostar de um filme do Tarantino, nem vá assitir o seu próximo, ele sempre segue a mesma formula (ótima fórmula aliás): bastante violência mas que muitos vêem como “arte”, diálogos épicos e longos que ficam gravados na cabeça (os diálogos finais da Beatrix e do Bill em Kill Bill Vol. 2 já são eternos), filme dividdo em espisódios, lineares ou não etc…
    Se você quer um filme cheio e ação pule fora, ele não faz esse estilo (com excessão em kill Bill Vol. 1), piadas bobinhas e manjadas, um PG-13, tudo mastigadinho e talz, não assita um filme que tem o nome do tarantino estampado em um poster…

    Felizmente eu sou um dos que gostam do estilo dele, e considero ele um os melhores da atualidade!

    E só pra constar, adorei Bastardos Inglórios, assisti o filme todo com aquele sorrisinho besta no cantinho do rosto… Saí da sessão com vontade de comprar o DVD, com cenas gravadas na cabeça, diálogos estupendos etc…

    Pra mim o terceiro melhor dele…

  10. Sinceramente, achei o filme decepcionante. Há cerca de um ano atrás vi o trailer pelo youtube e passei a adorá-lo incondicionalmente antes de assistir. Semana passada, numa mesa de bar, disse a uns amigos “sexta que vem, estréia o filme do ano”. Porém nunca fui tão enganado por um trailer na vida. Eu n sou propriamente fã de Tarantino, mas gosto especialmente de dois filmes: Pulp Fiction e Death Proof (que acho q nunca passou no Brasil). Ainda acho Kill Bill bem legal. Uma coisa q me chamou atenção no trailer, foi o chamado à ultraviolência. Particularmente, acho uma perfeição estética abordagens sarcásticas da violência em narrativas, coisa que Tarantino faz com perfeição em Pulp Fiction e meio desleixadamente, mas com um resultado bastante interessante em Kill Bill. Quando vi o trailer, pensei q ia ser algo do tipo um comando (judeu ou não) da resistência francesa, ou algo parecido, trocando ultraviolência com os nazistas. Nada mais apropriado. E o filme vai dando sinais disso até que aparece um plano mirabolante pra matar Hitler e a galerinha mais próxima dele. Pra falar a verdade, até aí, tudo bem. Afinal, o plano não precisava dar certo e alguma coisa podia ser desenvolvida a partir disso. Mas não, o plano dá certo e os nazistas morrem num incêndio dentro do cinema. Não consegui achar nenhum argumento estético sustentável que justifique essa alteração bizarra da História (com agá maiúsculo mesmo). A única coisa que consigo dizer sobre isso é que acho que Tarantino quis agradar algum patrocinador judeu do filme dele que gostaria de ver o boneco de Hitler levando uns tiros na cara (é que além do incêndio, tem uns homens-bomba judeus[mais irônico impossível] atirando na platéia cheia de nazistas). Além disso, a ultraviolência desse filme quase se resume às tentativas pueris e ultrapassadas de demonstrar realismo em cenas violentas. O tipo de efeito visual que julgo extremamente pobre, principalmente se n for apenas um elemento secundário da tensão psicológica entre crueldade e humor que narrativas em ultraviolência precisam criar. Afinal, apesar de tecnicamente muito bem feito, todo mundo sabe q o nazista é um boneco e q o q jorra não é sangue, é tinta vermelha. Acho que Tarantino perdeu uma boa oportunidade de associar claramente uma estética a si.

  11. Exelente crítica. Quero muito ver esse filme no cinema.

  12. Não é qualquer filme de ação que consegue prender a nossa concentração por 152 minutos. Mas o homem conseguiu novamente. Tarantino vai à guerra com um filme energético, inteligente, em ritmo vibrante, conjugando humor e violência, suspense e brutalidade. Tudo nele é deliciosamente exagerado: o desrespeito com a história real, os personagens caricatos, as cenas de mutilação gore, a velocidade da ação, o estilo kitsch dos cenários, a catarse da seqüência clímax.

    O essencial de Tarantino desenvolvido com a mesma maestria de “Pulp Fiction”. Mosaico multicolorido de referências cinematográficas e musicais, incorporando toda a sorte de filmes B, clichês, pastiches, desenhos animados, melodramas e pastelões. O diretor se apropria de tudo um pouco: sociopatas do velho oeste, oficiais e simbologias do III Reich, agentes duplos, tudo isso com direito a uma espécie de “cinema Paradiso” em art decô e até um negro projecionista saído das boites dos anos 70. As sub-histórias têm tanta ou mais importância que o eixo principal do roteiro. A trilha alterna funk, disco e até David Bowie, compondo anacronicamente as imagens. Em off, o firme Samuel Jackson na narração. As poses, os diálogos, a atmosfera emulam pedaços de outros filmes, numa narrativa em hyperlink. Mas um pouquinho diferente, porque o diretor embaralha as cartas, recombina os elementos narrativos e surfa por sobre as referências, deliberadamente “superficial”, para dar o seu toque criativo.

    Decepção de quem vai ao cinema pra ver filme sobre missão suicida de americanos atrás as linhas inimigas, comandada por Brad Pitt (interpretando o Ten. Aldo Raine). Nada mais distante do estilo de “Os Doze Condenados”, pois a estética dos “Bastardos” somente tangencia os filmes de guerra clássicos. Com efeito, os créditos na abertura anunciam o western e mais à frente somos apresentados a Aldo “Apache”, militar americano que aplica técnicas indígenas, escalpando os inimigos. Aliás, os muitos escalpos extraídos por Pitt e sua gangue são somente um dos vários momentos “gore” da película. Pois a maioria dos personagens será morta de modo sanguinolento, sem concessões ao bom tom. O diretor é tão (admiravelmente) insidioso que, na seqüência do incêndio do cinema, faz questão de torturar e massacrar a platéia de generais alemães — não sem causar um certo desconforto aos espectadores reais, pela força da metalinguagem.

    Mas a figura central de “Bastardos Inglórios” não é Aldo/Pitt, mas o coronel nazista Hans Landa, vulgo “Caçador de Judeus”. Indiscutivelmente! Com um personagem fantástico e brilhantemente concebido como o Cel. Landa, não foi difícil para Christoph Waltz arrebatar o prêmio de melhor ator em Cannes. Saído da imaginação (genialmente) demente de Tarantino, Landa é um sofisticadíssimo oficial europeu, fala efetivamente quatro idiomas durante o filme, esbanja sagacidade e conduz os interrogatórios os mais sutis e labirínticos. Na contramão do que se esperaria de inquirições da SS, o erudito militar estabelece um jogo de gato-e-rato com as vítimas, em diálogos envolventes que, por si sós, já valem o ingresso. Destaque para a sua atuação na paradigmática seqüência inicial, por sinal um tour de force de Tarantino que poderia ser a aula inaugural de qualquer curso de cinema.

    Decepção também de quem espera um filme histórico ou historicamente verossímil. Em certo ponto, Tarantino deixará claro que se trata de fantasia e, portanto, fará o que bem entender, criando o seu mundo, sem qualquer pretensão a documentar o real. Assim, o desfecho da II Guerra é escandalosamente reescrito. Embora existam momentos de paródia, por exemplo na construção dos personagens de Hitler e seu estado-maior, tampouco se pode classificar o filme como uma paródia. Mais uma vez, a paródia é somente uma das múltiplas formas do caleidoscópio cultural do filme.

    Há quem o acuse em banalizar a violência, relativizar a perseguição aos judeus e fazer um filme amoral, em que não se distinguem bandidos e mocinhos, certo e errado. Ora, o universo do “geek” Tarantino, desde o princípio com “Cães de Aluguel”, não é matizado pelas grandes questões humanas, filosóficas ou morais, e assim sempre contornou os riscos da grandiloqüência e do moralismo. A sua obra, ao mesmo tempo menos e mais pretensiosa, visa ao impacto imediato, à comunicação direta com o espectador, por meio de uma linguagem pop, mediante sentimentos de simpatia, antipatia, humor, assombro, desejo, repulsa e até repúdio. Propõe-se a levar-nos numa aventura de imagem e áudio, e não numa tese das humanidades.

    Quem gosta de Tarantino, assistirá a um filme em que ele atinge a maturidade, com um manifesto apoteótico de toda a sua proposta cinematográfica. Para quem não conhece ou não gosta, vale muito a pena assistir a “Os Bastardos Inglórios”, pois não é todo dia que se faz um filme de ação tão criativo, inteligente e sobretudo divertido.

  13. Depois de uma bela crítica dessas, preciso ver urgente esse filme!!

  14. Vi o filme e só tenho uma coisa para falar:
    Quention Tarantino é um gênio!
    Um doa melhores que eu já vi em toda a minha vida!
    Sem dúvidas!

  15. o filme é muito boim, perfeito, maravilhoso…tarantino chega ao seu auge em todos os quesitos….só acho que o filme não provoca questões como pulp fiction provocava….acho legal, porem vazio.
    .
    mas fora isso o filme é um deleite.

  16. Aff, eu estava lendo os comentário, mas gente.
    Porque comentários destes tamanhos?
    Resumam seus comentários senão fica complicado alguém ler!

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